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    <title><![CDATA[Blog]]></title>
    <link>http://www.spacoweb.com/news/</link>
    <description><![CDATA[Blog]]></description>
    <pubDate>Sun, 31 May 2026 03:09:38 +0000</pubDate>
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    <docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>
    <item>
      <title><![CDATA[Vendas no Brasil devem crescer 24% em 2013]]></title>
      <link>http://www.spacoweb.com/news/vendas-no-brasil-devem-crescer-24-em-2013/</link>
      <description><![CDATA[<p>
SÃO PAULO, 20 Mar (Reuters) - As vendas no comércio eletrônico brasileiro devem atingir 28 bilhões de reais neste ano, quando o segmento pode superar 50 milhões de consumidores, conforme projeções traçadas nesta quarta-feira pela empresa especializada em dados do setor, e-bit.
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"A tendência é que o ano apresente resultado melhor que 2012 em virtude da retomada do crescimento econômico e da aceleração das vendas de dispositivos móveis como tablets e smartphones", afirmou a e-bit.
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A previsão para 2013 representa crescimento de cerca de 24 por cento sobre os 22,5 bilhões de reais faturados em 2012, excluindo serviços e ofertas em sites de compras coletivas, por exemplo.
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O número de consumidores virtuais também deve saltar neste ano, superando 50 milhões de pessoas, segundo o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti. Atualmente, 42,2 milhões de consumidores já realizaram uma compra online no Brasil.
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O resultado do ano passado foi impulsionado pelo desempenho de vendas no segundo semestre, que concentrou datas comemorativas como Dia dos Pais, Dia das Crianças e Natal --data mais importante para o varejo, cujo faturamento do comércio eletrônico de 2012 atingiu 3,06 bilhões de reais.
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Além disso, houve a edição brasileira da Black Friday, cujas vendas somaram 243,8 milhões de reais em 24 horas.
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No ano passado, o setor de eletrodomésticos liderou as vendas online, com 12,4 por cento do total, seguido por moda e acessórios (12,2 por cento) e saúde, beleza e medicamentos (12 por cento).
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"O segmento de moda e acessórios vem crescendo muito rapidamente... assim como saúde, beleza e medicamentos também vem ganhando participação", disse Guasti.
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Em uma análise mais ampla, na qual a e-bit consolidou o desempenho de todo o comércio digital, o faturamento totalizou 49,7 bilhões de reais em 2012, abrangendo vendas de passagens aéreas, ingressos, turismo, market places (locais destinados ao comércio de bens e serviços, como o site Mercado Livre) e em sites de compras coletivas, além das vendas de bens de consumo, que somaram 22,5 bilhões.
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Em todo o ano passado, os sites de compras coletivas tiveram faturamento de 1,65 bilhão de reais, alta de 8 por cento ante 2011. Já as vendas de passagens aéreas, turismo e ingressos alcançaram 18,9 bilhões de reais, enquanto a comercialização em market places somou 6,58 bilhões.
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<h2>
TÍQUETE MÉDIO CAI
</h2>

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Em sentido contrário ao desempenho das vendas, o tíquete médio no comércio eletrônico diminuiu no ano passado em relação a 2011, passando de 346 para 342 reais.
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"O tíquete médio é alavancado pelas categorias de eletroeletrônicos, informática e telefonia", disse Guasti. "Quando outras categorias emergentes ganham espaço, o tíquete médio cai, mas isso não é ruim", acrescentou, referindo-se a itens de consumo recorrente, como vestuário e acessórios.
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A estimativa é de que o tíquete médio fique em 350 reais neste ano.
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Guasti também destacou a relevância da isenção de frete por parte das varejistas como forma de favorecer as vendas. "O frete grátis continua sendo o grande alavancador de vendas", afirmou.
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Dos 66,7 milhões de pedidos realizados em 2012, 54 por cento tiveram frete grátis, gerando uma economia de 1,09 bilhão de reais aos bolsos dos brasileiros.
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Em contrapartida, os 46 por cento dos pedidos restantes resultaram em custo adicional de 932,1 milhões de reais aos consumidores, segundo a e-bit.</p>

<hr/><p>Tenha uma <a target="_blank" href="/loja-virtual" title="loja virtual">loja virtual</a> <span class="verde">SpaçoWeb</span>.<br/><a href="/contacts">Entre em contato</a> para saber mais.</p><hr/><p>Fonte: <a target="_blank" href="http://www.pop.com.br/popnews/noticias/economia/Vendas-no-comercio-eletronico-do-Brasil-devem-crescer-24-em-2013-924309.html" rel="nofollow">Pop News</a></p>]]></description>
      <pubDate>Thu, 11 Apr 2013 15:46:18 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Lojas virtuais alugadas – Qual a melhor opção para o seu negócio?]]></title>
      <link>http://www.spacoweb.com/news/lojas-virtuais-alugadas-qual-melhor-opcao-para-seu-negocio/</link>
      <description><![CDATA[<p>
As <a target="_blank" href="/loja-virtual" title="loja virtual">lojas virtuais</a> alugadas, plataformas de e-commerce contratadas no sistema SAAS – Software as a Service, são uma opção cada vez mais comum entre os novos empreendedores do e-commerce brasileiro. É uma opção altamente coerente, já que a opção por este sistema traz consigo uma violental redução de custos de desenvolvimento e implementação de uma <a target="_blank" href="/loja-virtual" title="loja virtual">loja virtual</a>, uma das grandes preocupações dos novos empreendedores do comércio eletrônico.
</p>

<p>
A oferta de sistemas de <a target="_blank" href="/loja-virtual" title="loja virtual">lojas virtuais</a> alugadas no Brasil tem crescido bastante nos últimos anos, um dos fatores para o aumento da procura por esse tipo de plataforma de e-commerce. Temos atualmente ótimos sistemas de e-commerce com recursos de ponta, que em nada ficam devendo aos sistemas disponíveis lá fora, o que coloca essa opção ainda mais em evidência.
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<h2>
Lojas virtuais alugadas no Brasil
</h2>

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Sem sombra de dúvida um dos motivos para o crescimento desse segmento foi o próprio aquecimento do segmento do e-commerce brasileiro. Outra razão para a evolução das plataformas de e-commerce alugadas foi também o avanço tecnológico registrado pelas plataformas open source, principalmente a Magento.
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<p>
Como as plataformas open source tinham um custo bastante reduzido de implantação, rivalizavam bastante com as <a target="_blank" href="/loja-virtual" title="loja virtual">lojas virtuais</a> alugadas. Com os avanços tecnológicos implementados em sistemas como o Magento, o setor de sistemas alugados – SAAS, passou a se preocupar com esses avanços e correu para incorporar estas novidades em seus sistemas para não perder market share. O resultado foi uma sensível melhora em termos de recursos nas plataformas nacionais o que fez muito bem ao mercado.
</p>

<p>
Durante muito tempo, no curso sobre criação de <a target="_blank" href="/loja-virtual" title="loja virtual">lojas virtuais</a> que ministramos, fui um ardoroso defensor das <a target="_blank" href="/loja-virtual" title="loja virtual">lojas virtuais</a> open source para quem estava começando, mas confesso que atualmente minha opinião está dividida.
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<h2>
Qual plataforma de e-commerce alugada escolher?
</h2>

<p>
A dúvida então fica por conta de como escolher uma <a target="_blank" href="/loja-virtual" title="loja virtual">loja virtual</a> alugada. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, elas não são todas iguais. A variedade de recursos oferecidos em cada solução de e-commerce disponível no mercado atualmente deixa essa tarefa bem difícil e merecedora de uma análise criteriosa. Para se ter uma ideia, na planilha de análise de plataformas de e-commerce que utilizamos em nossa consultoria e distribuímos em nosso curso como parte do material didático, são aproximadamente sessenta itens a serem levados em consideração.
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A escolha da plataforma alugada pode sofrer influência até mesmo do segmento de atuação da <a target="_blank" href="/loja-virtual" title="loja virtual">loja virtual</a>. Um caso bem comum é o das <a target="_blank" href="/loja-virtual" title="loja virtual">lojas virtuais</a> do segmento de moda, que necessitam de recursos bastante sofisticados, principalmente na página de detalhes de produtos. Um sistema com mais recursos nessa área certamente estaria com uma boa dianteira na hora de determinarmos qual plataforma adotar.
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<h2>
O preço não é parâmetro de escolha
</h2>

<p>
Na hora de escolher uma plataforma de e-commerce alugada, como também outros tipos de plataformas, nada de usar o preço como balizador dessa escolha. Como você já deve ter percebido no texto acima, o que realmente importa na hora de definir seu sistema de comércio eletrônico são as questões técnicas e não o preço.
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Não faz sentido pensar em ganhar rios de dinheiro no comércio eletrônico e ficar de mesquinharia justamente com a principal ferramenta para o sucesso do seu negócio. Me poupe, pelo amor de Deus!
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A opção por <a target="_blank" href="/loja-virtual" title="loja virtual">lojas virtuais</a> alugadas deve ser levada em consideração na hora de abrir o seu e-commerce, mas precisa ser muito bem analisada.</p>

<hr/><p>Tenha uma <a target="_blank" href="/loja-virtual" title="loja virtual">loja virtual</a> <span class="verde">SpaçoWeb</span>.<br/><a href="/contacts">Entre em contato</a> para saber mais.</p><hr/><p>Fonte: <a target="_blank" href="http://www.blogdoecommerce.com.br/lojas-virtuais-alugadas-qual-melhor-opcao-para-seu-negocio" rel="nofollow">Blog do E-Commerce</a></p>]]></description>
      <pubDate>Tue, 05 Mar 2013 00:40:40 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Loja Virtual do tipo "Faça Você Mesmo"]]></title>
      <link>http://www.spacoweb.com/news/loja-virtual-faca-voce-mesmo/</link>
      <description><![CDATA[<p><img style="float: left;" title="Loja Virtual do tipo &quot;Fa&ccedil;a Voc&ecirc; Mesmo&quot; - N&atilde;o &eacute; bem assim." src="http://www.blogdoecommerce.com.br/postimages/loja-virtual-pronta.png" alt="" width="150" height="130" /></p>
<p>Muitas vezes, ao buscarmos por uma <a href="/loja-virtual" target="blank">loja virtual</a> pronta, analisando a lista de recursos de um provedor de hospedagem voc&ecirc; se depara com aquela oferta irrecus&aacute;vel, &ldquo;Crie voc&ecirc; mesmo a sua loja virtual de gra&ccedil;a&rdquo;. Bastante tentador n&atilde;o &eacute;, o que essa chamada se esquece de alertar &eacute; que caso voc&ecirc; n&atilde;o tenha conhecimentos de programa&ccedil;&atilde;o essa tarefa &eacute; simplesmente imposs&iacute;vel. Fora isso, existe o fato de que um sistema de e-commerce  necessita de muitas outras coisas al&eacute;m do software para transformar o empreendimento em um sucesso de vendas.</p>
<h2>Sistemas de e-commerce dispon&iacute;veis</h2>
<p>A maioria dos provedores disponibiliza alguns sistemas open source em suas plataformas Linux. S&atilde;o sistemas que ficaram conhecidos como lojas virtuais gr&aacute;tis.Os mais comuns s&atilde;o o osCommerce, <strong>Magento</strong> e PrestaShop, todos eles &oacute;timos sistemas que permitem a cria&ccedil;&atilde;o de lojas virtuais. Esses sistemas geralmente s&atilde;o instalados automaticamente atrav&eacute;s do painel de controle do usu&aacute;rio e em alguns casos permitem at&eacute; um certo n&iacute;vel de personaliza&ccedil;&atilde;o. O problema &eacute; que estes sistemas, possuem in&uacute;meras configura&ccedil;&otilde;es extras que n&atilde;o s&atilde;o feitas por estes &ldquo;instaladores autom&aacute;ticos&rdquo;. Para fazer estas configura&ccedil;&otilde;es funcionarem, &eacute; preciso alguns conhecimentos de programa&ccedil;&atilde;o e &eacute; justamente ai que a coisa come&ccedil;a a dar problema.</p>
<h2>Instala&ccedil;&atilde;o de Acess&oacute;rios na Loja Virtual</h2>
<p>Esses sistemas de e-commerce possuem diversos plugins (acess&oacute;rios) como, por exemplo, op&ccedil;&atilde;o para pagamento atrav&eacute;s do PagSeguro UOL, que podem ser instalados a qualquer momento, dando muito mais flexibilidade &agrave; loja. O grande problema &eacute; que todos eles necessitam de interven&ccedil;&otilde;es de pessoal tecnicamente capacitado para que passem a funcionar. Vejamos algumas situa&ccedil;&otilde;es:</p>
<ul>
<li><strong>Instala&ccedil;&atilde;o no Provedor</strong> &ndash; Embora seja uma quest&atilde;o extremamente simples para um programador, instalar os arquivos no provedor de hospedagem e fazer com que eles funcionem pode parecer um bicho de sete cabe&ccedil;as para um leigo. Ser&aacute; que voc&ecirc; teria facilidade de usar um programa de FTP? E quanto as permiss&otilde;es de escrita, sabe como autorizar? Bem estes s&atilde;o apenas dois detalhes que podem complicar bastante a vida do usu&aacute;rio leigo. </li>
<li><strong>Seguran&ccedil;a do Sistema</strong> &ndash; Embora o provedor de hospedagem e os desenvolvedores dos sistemas garantam que a seguran&ccedil;a &eacute; total, o fato &eacute; que instala&ccedil;&otilde;es mal feitas sempre deixam expostas vulnerabilidades do sistema e isso &eacute; tudo que os <em>hackers</em> querem. Uma loja virtual mal instalada certamente se tornar&aacute; preza f&aacute;cil para os mal intencionados e tenho certeza que voc&ecirc; n&atilde;o desejaria este tipo de problema. </li>
<li><strong>Inclus&atilde;o de Novas Fun&ccedil;&otilde;es</strong> &ndash; Qualquer m&oacute;dulo que voc&ecirc; queira instalar em um sistema open source de loja virtual, necessita de algum tipo de altera&ccedil;&atilde;o no programa, seja para faz&ecirc;-lo funcionar corretamente ou fazer algum tipo de personaliza&ccedil;&atilde;o como por exemplo no design e instala&ccedil;&atilde;o de ferramentas como, por exemplo, o Google Analytics. </li>
</ul>
<h2>Layout e Design de uma loja virtual pronta</h2>
<p>Embora algumas dessas plataformas de e-commerce oferecidas pelos provedores de hospedagem permitam algum n&iacute;vel de personaliza&ccedil;&atilde;o de layout, cores e design, na grande maioria dos casos estas op&ccedil;&otilde;es s&atilde;o bastante restritas. Para fazer altera&ccedil;&otilde;es no layout da loja, ou at&eacute; mesmo a instala&ccedil;&atilde;o de novas templates, &eacute; necess&aacute;rio no m&iacute;nimo conhecimentos da linguagem HTML e manipula&ccedil;&atilde;o de arquivos CSS.</p>
<h2>Atualiza&ccedil;&otilde;es dos Sistemas de lojas virtuais prontas</h2>
<p>Sistemas de lojas virtuais est&atilde;o em constante evolu&ccedil;&atilde;o e por isso, n&atilde;o raramente lan&ccedil;am atualiza&ccedil;&otilde;es. Pra instalar estas atualiza&ccedil;&otilde;es &eacute; sempre necess&aacute;ria a orienta&ccedil;&atilde;o de um t&eacute;cnico, caso contr&aacute;rio voc&ecirc; pode acabar apagando ou inutilizando sua loja ou banco de dados. Os provedores de hospedagem n&atilde;o d&atilde;o este tipo de suporte simplesmente porque essa n&atilde;o &eacute; a proposta do servi&ccedil;o oferecido. O servi&ccedil;o de hospedagem se restringe unicamente a hospedagem e viabiliza&ccedil;&atilde;o da publica&ccedil;&atilde;o do seu site, ou seja, o acesso dos internautas &agrave;s suas p&aacute;ginas. O bom funcionamento de sistemas instalados, s&atilde;o de sua inteira responsabilidade e por isso n&atilde;o faz sentido algum oferecer suporte a esse tipo de coisa. Lendo atentamente o contrato voc&ecirc; ver&aacute; que n&atilde;o existe nenhum tipo de suporte t&eacute;cnico a estes sistemas.</p>
<h2>Resumindo</h2>
<p>Tentar fazer uma loja virtual partindo das plataformas open source oferecidas pelos provedores de hospedagem pode ser bastante dif&iacute;cil caso voc&ecirc; n&atilde;o tenha um bom conhecimento de programa&ccedil;&atilde;o e por isso, n&atilde;o &eacute; t&atilde;o f&aacute;cil quanto parece. Qualquer sistema atualmente, mesmo os mais simples, necessitam de algum n&iacute;vel de programa&ccedil;&atilde;o para seu perfeito funcionamento e por isso, a assessoria de um t&eacute;cnico em programa&ccedil;&atilde;o &eacute; essencial. Mais do que uma loja virtual pronta, voc&ecirc; precisa de uma plataforma de e-commerce que satisfa&ccedil;a suas necessidades.</p>
<hr />
<p>Cuidamos da sua loja virtual, melhorando-a e monitorando.<br /><a href="/contacts">Entre em contato</a>&nbsp;para saber mais.</p>
<hr />
<p>Fonte:&nbsp;<a rel="nofollow" href="http://www.blogdoecommerce.com.br/loja-virtual-pronta" target="_blank">Blog do E-Commerce</a></p>]]></description>
      <pubDate>Sat, 07 Jul 2012 13:43:59 +0000</pubDate>
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