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    <title><![CDATA[Blog]]></title>
    <link>http://www.spacoweb.com/news/</link>
    <description><![CDATA[Blog]]></description>
    <pubDate>Sun, 31 May 2026 11:19:33 +0000</pubDate>
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    <docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>
    <item>
      <title><![CDATA[Como conquistar o comprador no e-commerce]]></title>
      <link>http://www.spacoweb.com/news/como-conquistar-comprador-ecommerce/</link>
      <description><![CDATA[<h2>
Como conquistar o comprador no e-commerce
</h2>

<p>
Hoje, no Brasil, de cada 100 pessoas que entram numa <a target="_blank" href="/loja-virtual" title="loja virtual">loja virtual</a> e se interessam por algum produto, apenas 2 ou 3 em média acabam finalizando a compra. Isso acontece por vários motivos: o interessado está apenas fazendo uma pesquisa de preços; ou não gostou das formas de pagamento oferecidas; ou não sentiu segurança para finalizar a operação, entre tantas outras razões. Para o lojista é válido e importante descobrir o que, de fato, levou aquela pessoa a desistir de comprar, bem como ter acesso a outras informações que revelam seus interesses e comportamentos.
</p>

<p>
E existem várias ferramentas que podem auxiliá-lo nesse sentido, como as de Heatmap (mapa de calor, que mostram, por meio de cores, as áreas de uma página da internet que foram mais clicadas pelos internautas) e Eye Tracking (rastreadores oculares – dispositivos que detectam o movimento dos olhos e identificam as áreas mais vistas de uma página da web), que ajudam a identificar todos os cliques feitos pelo usuário em imagens, em textos e até em áreas vazias. Com esses recursos pode-se analisar e detectar problemas como os de usabilidade da <a target="_blank" href="/loja-virtual" title="loja virtual">loja virtual</a>, o que é um ponto de partida para ajustes e melhorias na navegação.
</p>

<h2>
Foco deve ser o aumento da taxa de conversão
</h2>

<p>
Mas, além disso, fundamentais mesmo são as ações que levam a aumentar a taxa de conversão, ou seja, que ajudam a convencer aquela pessoa a adquirir o bem ou serviço pesquisado e almejado. Uma das melhores táticas para isso é o remarketing, também chamado de retargeting marketing. Trata-se de uma estratégia que possibilita levar àquela pessoa que chegou até a colocar itens no carrinho de compra, mas desistiu de levá-los, ou às que interagiram de alguma forma com a <a target="_blank" href="/loja-virtual" title="loja virtual">loja virtual</a>, a ver os anúncios em outros sites já visitados. Isso pode ser feito de forma simples, utilizando-se os famosos cookies, por meio dos quais todos os que entrarem na página serão identificados, sendo assim possível alcançá-los quando estiverem navegando em outros sites.
</p>

<p>
Uma pesquisa, realizada pela Bizrate Insights (empresa norte-americana especializada na avaliação de sites de e-commerce) revelou que 25% dos usuários gostaram de ser “lembrados”, por meio de anúncios, sobre o que os havia interessado e muitos chegaram a voltar ao site para efetivar a compra. Um dos exemplos é o da brasileira Toymania (www.toymania.com.br), uma loja on-line de brinquedos que conseguiu fidelizar seus clientes e reconquistar os indecisos por meio de banners dinâmicos que foram redirecionados aos que visitaram seu site.
</p>

<h2>
Retargeting e o comportamento do consumidor
</h2>

<p>
O retargeting também é uma forma de mapear o comportamento do consumidor e seu uso, combinado com outras técnicas e ferramentas, como o Google Analytics e o Webtrends Analytics (ferramenta da empresa CLM Software, que coleta e apresenta informações sobre os usuários de um site), entre outras opções (gratuitas e  pagas)  que possibilitam entender por que ele visitou o site mas não se engajou, por qual razão não fez nenhuma compra, em qual parte do processo isso ocorreu, quais conteúdos foram mais vistos, e assim por diante.
</p>

<p>
São dados preciosos e que irão ajudar a realizar mudanças significativas para tornar a loja mais atrativa, criar campanhas direcionadas para públicos específicos e a encantar o consumidor, transformando-o de um mero visitante, a um cliente de fato.</p>

<hr/><p>Tenha uma <a target="_blank" href="/loja-virtual" title="loja virtual">loja virtual</a> <span class="verde">SpaçoWeb</span>.<br/><a href="/contacts">Entre em contato</a> para saber mais.</p><hr/><p>Fonte: <a target="_blank" href="http://www.blogdoecommerce.com.br/como-conquistar-comprador-ecommerce" rel="nofollow">Blog do E-Commerce</a></p>]]></description>
      <pubDate>Thu, 01 Aug 2013 13:24:32 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Pequenas empresas ganham espaço no e-commerce]]></title>
      <link>http://www.spacoweb.com/news/pequenas-empresas-espaco-no-ecommerce/</link>
      <description><![CDATA[<p>
De cada R$ 100 movimentados no comércio eletrônico brasileiro, apenas R$ 20 vão para os caixas das micro e pequenas empresas. Apesar de representarem 98% dos negócios formais no país, elas responderam por menos de 20% dos R$ 14,8 bilhões gerados pelo e-commerce no ano passado. Os dados são da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net).
</p>

<p>
Com o objetivo de ajudar os empresários a ingressarem nesse universo, a camara-e.net está promovendo o Ciclo MPE.net, evento sobre economia digital patrocinado pelo Sebrae desde 2003.
</p>

<p>
“A proposta do ciclo é contribuir para a inclusão digital dos micro e pequenos negócios. A presença dessas empresas no mercado online, seja como fornecedores ou como compradores, é estratégica. Além de abrir novos mercados, pode contribuir para melhorar a competitividade”, afirma o gerente de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae, Paulo Alvim.
</p>

<p>
Neste ano serão realizadas palestras em 20 cidades brasileiras. A expectativa é que em todo país cerca de 5 mil empreendedores participem dos encontros até o fim do ano. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no endereço: http://www.ciclo-mpe.net/programacao2.aspx.
</p>

<p>
Os encontros orientam e capacitam os donos de micro e pequenas empresas para as diversas formas de participação na economia digital. Desde 2003, mais de 40 mil empresários participaram do ciclo de palestras. O objetivo é ajudá-los a aproveitar as oportunidades online.
</p>

<p>
“Geralmente a micro e pequena empresa atende a um bairro ou no máximo uma cidade. Vendendo pela internet ela passa a abranger um público maior. Temos no Brasil 27 milhões de consumidores que compram pela internet e são possíveis compradores de seus produtos. Mas a entrada na internet é uma decisão mais estratégica do que financeira”, afirma o consultor da Câmara, Gerson Rolim.
</p>

<p>
A dica para os donos de pequenos negócios é focar em um nicho específico e se especializar, alerta Gerson, uma vez que na internet elas estarão competindo com empresas de médio e grande porte. As oportunidades de negócios para pequenas empresas no e-commerce são muitas. “A internet permite comparar preços e geralmente as grandes conseguem negociar valores mais baixos. É difícil competir com o grande varejista. Para a micro e pequena empresa, o melhor é se especializar, focar em um determinado produto”, afirma.
</p>

<p>
O Ciclo MPE.net é realizado no país desde 2003 e conta com palestras ministradas pelas empresas líderes da economia digital sobre soluções de pagamento online, logística, segurança, infraestrutura tecnológica e exportação.</p>

<hr/><p>Tenha uma <a target="_blank" href="/loja-virtual" title="loja virtual">loja virtual</a> <span class="verde">SpaçoWeb</span>.<br/><a href="/contacts">Entre em contato</a> para saber mais.</p><hr/><p>Fonte: <a target="_blank" href="http://www.empreendedoronline.net.br/pequenas-empresas-espaco-no-ecommerce" rel="nofollow">Empreendedor Online</a></p>]]></description>
      <pubDate>Sun, 21 Jul 2013 17:10:14 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Dê mais credibilidade para sua loja virtual]]></title>
      <link>http://www.spacoweb.com/news/de-mais-credibilidade-para-sua-loja-virtual/</link>
      <description><![CDATA[<p>
O sucesso de uma <a target="_blank" href="/loja-virtual" title="loja virtual">loja virtual</a> depende de muitos fatores, que vão desde o momento de preencher um formulário até a busca por um produto específico. Os e-consumidores querem ter certeza de que estão lidando com pessoas reais e que no caso de haver algum problema ou dúvida, estes poderão facilmente falar com profissionais preparados para sanar e esclarecer qualquer eventualidade. Além disso, você precisa dar razões para o cliente acreditar que sua loja é séria.
</p>

<p>
Para que você não perca clientes, você sempre deve deixar clara a sequência de passos necessários, onde está e quanto falta para finalizar a compra. Sabendo disto, reunimos algumas dicas de como dar mais credibilidade para a sua loja online e não perder seu cliente.
</p>

<h2>
1. O contato transmite veracidade
</h2>

<p>
Os locais mais indicados para apresentar tais informações são: cabeçalho, rodapé ou na parte superior da barra lateral, sabendo que quanto maior o valor agregado, maior a probabilidade de o consumidor fazer inúmeros contatos antes de adquiri-lo;
</p>

<h2>
2. Não copie o conteúdo do fabricante
</h2>

<p>
Além de prejudicar o posicionamento em buscas orgânicas, publicar informação de terceiros na descrição de produtos é um problema grave, inclusive de fabricantes. Isso porque, quando o cliente acessar as pesquisas da web sobre este produto, encontrará informações idênticas e muitas vezes inúteis para o seu perfil. Portanto, trabalhe as questões que mais se enquadram no interesse de seus consumidores; para informações mais técnicas, apresente o link do fabricante. Descreva o produto com criatividade e de maneira objetiva;
</p>

<h2>
3. Preze pelas palavras-chave
</h2>

<p>
Trabalhar as palavras-chave nos textos de descrição é de grande importância para o bom posicionamento da <a target="_blank" href="/loja-virtual" title="loja virtual">loja virtual</a> nos buscadores. Além disso, apresentar a marca do produto na descrição pode facilitar a busca do consumidor.
</p>

<h2>
4. Verifique seu carrinho de compras
</h2>

<p>
Verifique o desempenho atual do carrinho de sua loja, conferindo se este permite ao comprador adicionar um item e, em seguida, voltar à loja para continuar comprando. Lembrando que permitir que os consumidores visualizem o custo de envio antes de iniciar o processo de checkout é altamente eficaz e prático.
</p>

<h2>
5. Facilidade dos formulários
</h2>

<p>
A maior parte do trabalho do cliente está no preenchimento dos formulários, que devem ser curtos, fáceis e inteligentes (campos preenchidos automaticamente, por exemplo). A <a target="_blank" href="/loja-virtual" title="loja virtual">loja virtual</a> deve fornecer instruções claras sobre como preencher os campos de formulários. Mas seja objetivo: forneça exemplos e evite longas descrições.
</p>

<h2>
6. Cuidado com o botão de compra
</h2>

<p>
Em hipótese alguma o cliente pode entrar no site e não ver o botão de compra. Mas tudo tem limite: não faça uma festa na palavra! Não utilize cores muito fortes e que faça o cliente precisar olhar para a tela no computador a dois metros de distância. Encontre um equilíbrio e que seja harmonioso com o resto do seu site.</p>

<hr/><p>Tenha uma <a target="_blank" href="/loja-virtual" title="loja virtual">loja virtual</a> <span class="verde">SpaçoWeb</span>.<br/><a href="/contacts">Entre em contato</a> para saber mais.</p><hr/><p>Fonte: <a target="_blank" href="http://blog.kinghost.com.br/2012/07/de-mais-credibilidade-para-sua-loja-online" rel="nofollow">KingBlog</a></p>]]></description>
      <pubDate>Wed, 03 Jul 2013 22:32:18 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[E-commerce deve faturar R$ 28 bilhões em 2013]]></title>
      <link>http://www.spacoweb.com/news/e-commerce-deve-faturar-28-bilhoes-em-2013/</link>
      <description><![CDATA[<p>
<img style="float: left; padding:5px" title="E-commerce deve faturar R$ 28 bilhões em 2013" src="http://www.blogdoecommerce.com.br/wp-content/uploads/2013/01/dinheiro2.jpg" alt="E-commerce deve faturar R$ 28 bilhões em 2013" width="235" height="140" />Em 2013 o e-commerce brasileiro deve apresentar um crescimento nominal de 25%, chegando a um faturamento de R$ 28 bilhões. A previsão é da empresa especializada em informações do comércio eletrônico, e-bit.
</p>

<p>
De acordo com a diretoria de negócios da consultoria, Cris Rother, a tendência é que o ano apresente um resultado superior a 2012, impulsionado pela retomada do crescimento econômico e da aceleração das vendas de dispositivos móveis como os tablets e smartphones.
</p>

<p>
“A cada ano vemos maior adesão dos brasileiros a dispositivos móveis devido a redução dos preços dos produtos, conforme mostra o índice FIPE Buscapé, e pela maior oferta de pacotes de banda larga com valores mais acessíveis. Somente em 2012 a queda de preços dos celulares em comparação a 2011 foi de -13,41%”, explica Rother.
</p>

<h2>
Influência da nova classe média
</h2>

<p>
Uma outra causa do crescimento do setor é a ascensão da Classe C. Aproximadamente 56% dos novos consumidores on-line pertencem a essa classe, apesar dos atuais sinais de endividamento, o que por outro lado pode frear o consumo.
</p>

<p>
Os televisores devem ser os produtos mais vendidos para esse ano. Segundo Cris, as vendas do produto serão estimuladas pela Copa das Confederações deste ano e a Copa do Mundo de 2014. “Vimos em 2010 um movimento muito forte na venda de Eletrônicos, especialmente TV´s de LED e tela fina, especialmente estimulados com a Copa do Mundo”.
</p>

<h2>
Investimentos
</h2>

<p>
Os maiores investimentos no comércio eletrônico foram em categorias chamadas de verticais como “moda e acessórios”, “artigos esportivos” e “casa e decoração”. “Com o segmento em consolidação e ainda mais competitivo, os grandes varejistas buscarão melhorar a eficiência de suas operações, aumentar a rentabilidade e melhorar da qualidade dos serviços prestados ao consumidor”, afirma o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti.</p>

<hr/><p>Tenha uma <a target="_blank" href="/loja-virtual" title="loja virtual">loja virtual</a> <span class="verde">SpaçoWeb</span>.<br/><a href="/contacts">Entre em contato</a> para saber mais.</p><hr/><p>Fonte: <a target="_blank" href="http://www.blogdoecommerce.com.br/e-commerce-deve-faturar-28-bilhoes-em-2013" rel="nofollow">Blog do E-commerce</a></p>]]></description>
      <pubDate>Thu, 06 Jun 2013 11:46:09 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Supermercado no Metrô]]></title>
      <link>http://www.spacoweb.com/news/supermercado-no-metro/</link>
      <description><![CDATA[<p>A rede de supermercados <strong>Tesco Homeplus</strong>, da Coreia do Sul, se tornou a numero um em vendas ao inovar e criar uma experiência de venda por <strong>Mobile Commerce</strong> (compra por celular).</p>

<p>Veja no vídeo abaixo como eles inovaram.</p>

<iframe width="640" height="480" src="http://www.youtube.com/embed/fGaVFRzTTP4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>

<hr />
<p>Tenha uma <a title="loja virtual" href="/loja-virtual" target="_blank">loja virtual</a> <span class="verde">Spa&ccedil;oWeb</span>.<br/>
<a href="/contacts">Entre em contato</a>&nbsp;para saber mais.</p>]]></description>
      <pubDate>Thu, 31 Jan 2013 12:34:12 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Black Friday foi uma fraude]]></title>
      <link>http://www.spacoweb.com/news/black-friday-foi-uma-fraude/</link>
      <description><![CDATA[<p><img style="float: left; padding:5px" title="Black Friday foi uma fraude" src="http://www.blogdoecommerce.com.br/wp-content/uploads/2012/12/black-friday.jpg" alt="Black Friday foi uma fraude" width="235" height="140" />É triste ver o grau de imaturidade de algumas empresas que atuam no e-commerce brasileiro. Acham que o público é idiota e acabam por desperdiçar ótimas oportunidades de negócios. Foi exatamente isso que aconteceu com a Black Friday tupiniquim.  Criada em 2005, nos Estados Unidos, para oferecer descontos massivos, tanto no varejo online quanto offline, a Black Friday acontece sempre no dia seguinte ao Dia de Ação de Graças e simboliza o início das compras de Natal, ou seja, se tornou a data em que mais ocorrem compras no ano. A terceira edição brasileira foi realizada em 23 de novembro e, apesar de ter movimentado R$ 150 milhões, o evento apresentou alta de 0,26% no preço de 1.728 produtos.</p>

<p>Os dados são resultado de estudo elaborado pelo Provar/FIA – Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração -, em parceria com a Felisoni Consultores e Associados e a Íconna, empresa de monitoramento de preços no e-commerce. De 12 a 30 de novembro, foram analisadas as oscilações de preços de diversos bens duráveis nos sites dos 12 principais varejistas do país e constatou-se que, na Black Friday, houve uma alta nos preços.</p>

<p>Divididos em 5 períodos, o monitoramento foi feito entre as seguintes datas:</p>

<ul>
<li>1º período – 12 a 20/11</li>
<li>2º período – 21 a 22/11</li>
<li>3º período – 23/11 – Black Friday</li>
<li>4º período – 24 a 25/11</li>
<li>5º período – 26 a 30/11</li>
</ul>

<p>Comparando estes estágios, os pesquisadores verificaram que, duas semanas antes do principal dia de descontos, houve uma alta de 8,5% nos preços de produtos nas lojas online e na Black Friday os valores foram elevados em 0,26%.</p>

<p>“Durante o estudo esperava-se que os preços fossem todos superiores aos da Black Friday. Porém, no primeiro período, os valores eram bem menores, -7,8%. Em todos os outros intervalos monitorados, as variações de preço foram insignificantes para os consumidores”, afirma Claudio Felisoni, presidente do Conselho do PROVAR/FIA e autor da pesquisa.</p>

<p>Outro dado interessante observado no estudo é que 47,5% dos produtos verificados não sofreram qualquer alteração de valor por conta da Black Friday. Somente 2,8% dos itens analisados tiveram comportamento típico de promoção pontual, porém o desconto médio foi de pouco mais que 6%.</p>

<h2>Aumento de preços durante a promoção</h2>

<p>Em sentido contrário ao dia de desconto, 5,1% dos produtos verificados sofreram alta média de 5,6% nos valores, 2,3 p.p a mais do que os produtos que tiveram real desconto.</p>

<p>Por fim, foi constatado que 92,2% de itens não tiveram o preço alterado durante a promoção Black Friday. “O comportamento monitorado não permite afirmar que houve de fato uma promoção sob os auspícios da marca Black Friday. Se percebido pelos compradores, tal comportamento acaba por desacreditar tais iniciativas”, conclui Felisoni.</p>

<hr />
<p>Tenha uma <a title="loja virtual" href="/loja-virtual" target="_blank">loja virtual</a> <span class="verde">Spa&ccedil;oWeb</span>.<br/>
<a href="/contacts">Entre em contato</a>&nbsp;para saber mais.</p>
<hr />
<p>Fonte:&nbsp;<a rel="nofollow" href="http://www.blogdoecommerce.com.br/pesquisa-mostra-black-friday-uma-fraude" target="_blank">Blog do E-Commerce</a></p>]]></description>
      <pubDate>Thu, 17 Jan 2013 12:36:01 +0000</pubDate>
    </item>
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